MEIs excluídos do Simples têm até 31 de janeiro para regularizar pendências e retornar ao regime
Foto: Divulgação

Os microempreendedores individuais (MEIs) que foram excluídos do Simples Nacional e, por consequência, desenquadrados do Simei têm até o dia 31 de janeiro para regularizar pendências e solicitar o retorno ao regime simplificado. O procedimento é necessário para que o empreendedor volte a atuar formalmente como MEI no ano-calendário em curso.

O primeiro passo é consultar a situação do CNPJ no Portal do Simples Nacional. Caso apareça como “não optante pelo Simples Nacional” e “não enquadrado no Simei”, é preciso identificar os motivos da exclusão. Na maioria dos casos, o desenquadramento ocorre por débitos tributários ou outras pendências junto à Receita Federal, aos estados ou aos municípios.

Após identificar as irregularidades, o microempreendedor deve regularizar a situação fiscal, seja por meio do pagamento à vista ou do parcelamento dos débitos. Esse processo deve ser feito no e-CAC da Receita Federal, com acesso pela conta Gov.br. Somente depois da quitação ou regularização total das pendências é possível seguir para a etapa seguinte.

Com a situação fiscal regularizada, o empreendedor deve solicitar a opção pelo Simples Nacional no portal oficial do regime. Após o deferimento, é necessário fazer o pedido de reenquadramento no Simei. As análises ocorrem de forma sequencial, e o retorno ao Simei depende obrigatoriamente da aprovação prévia no Simples Nacional.

O Ministério do Empreendedorismo orienta que o acompanhamento do pedido seja feito diariamente nos sistemas oficiais, já que eventuais pendências apontadas durante a análise precisam ser resolvidas dentro do prazo legal. Caso a solicitação não seja realizada até 31 de janeiro, o retorno ao Simples Nacional e ao Simei só poderá ser requerido no próximo ano.



Nova Rodoviária de Salvador é inaugurada e inicia suas operações nesta terça
Foto: Mariana Ribeiro / Bahia Noticias

A nova Rodoviária da Bahia, localizada em Águas Claras, foi inaugurada nesta segunda-feira (19) e iniciará operação nesta terça-feira (20). Com isso, as atividades na rodoviária localizada na Avenida Antônio Carlos Magalhães, serão encerradas às 23h59 de hoje.

O equipamento antigo, ainda sem definição de como será reutilizado, já deixa de receber passageiros. Os ônibus interestaduais e intermunicipais com destino a Salvador e que chegam na capital baiana após as 23h59, já devem se direcionar ao novo terminal. Algumas empresas de ônibus já anunciaram a mudança no local de embarques.

Na inauguração, governador Jerônimo Rodrigues (PT) embarcou de metrô, na estação da atual rodoviária, sentido estação Águas Claras, que é integrada à nova Rodoviária. O gestor também vai descerrar a placa do SAC Nova Rodoviária e visitar o Centro de Controle Operacional do Terminal.

ESTRUTURA

Com área total superior a 127 mil metros quadrados e cerca de 41 mil metros quadrados de área construída, o Terminal Salvador foi concebido como um hub de mobilidade moderno e integrado.

O espaço reúne metrô, ônibus urbanos, metropolitanos e intermunicipais e, futuramente, será conectado ao VLT. A estimativa é de circulação diária de cerca de 20 mil passageiros, com aproximadamente mil ônibus realizando embarques e desembarques todos os dias.


Altamirando Rodrigues: O que assisti na evolução da prática do futebol em Catolés

O QUE ASSISTI NA EVOLUÇÃO DA PRÁTICA DO FUTEBOL EM CATOLÉS.

Nasci em janeiro de 1946 e já me sinto octogenário.
A primeira esfera que chutei que mais se aproximou de uma bola de futebol foi feita de um pé de meia, enchido pela minha irmã Wanda, com molambos e costurado ou amarrado. Jogávamos no terreiro de nossa casa, com Antônio de Mariinha. Jogávamos também com outras crianças no terreno à esquerda da Igreja, hoje com edificações da família de Florisvaldo. Depois da bola de meia surgiu a bexiga do boi que nos forneciam, o açougueiro do “Morrim”, hoje Inúbia, Durvalino e de Catolés, Ramiro e Zé de Biana, também açougueiros. A bexiga era batida na pedra, para esticar e enchida por meio de talo da folha de mamona, uma espécie de canudo. Jogava-se também na Rua de Baixo, hoje Praça do Garimpeiro. A Rua era gramada e os riscos eram as fezes dos porcos que viviam à solta pelas ruas e o protesto do morador Zé Bodoque que ameaçava furar a bexiga ou a bola de borracha que também já se usava.
Edgar Assunção, que trabalhava em São Paulo, gostava de futebol, torcedor São-paulino, voltou para morar em Catolés, trazendo consigo o quite: bola de capotão, bomba para encher, pito e apito. Como não tinha o campo apropriado para jogar usando essa bola, convidou pessoas influentes, incluindo comerciantes e procuraram meu pai, João Hipólito Rodrigues, vereador, para reivindicarem um campo. O terreno mais plano situava entre o Veríssimo, propriedade de Zé Assunção e a Lagoa, propriedade de Fidelcino. Sob a proteção legal de um Comodato, não sei se o Comodante era José Assunção ou Fidelcino, mas o Comodatário, sim, o Município de Piatã. Os jogadores destaques no primeiro jogo nesse campo, foram Nenzinho de Sá Joaninha, goleiro e WIlson Assunção Braga, coute, zagueiro. Os jogadores usaram camisetas confeccionadas por Lilia de Sá Ló, nas cores Azul e Branco X Vermelho e Preto. Não sei se as cores tinham relação com Cruzeiro e Flamengo. Dali em diante Raul Assunção passou a cuidar do quite e encarregado de convocar a garotada para os treinos, soprando o apito. Depois do campo da Lagoa ou Veríssimo, lembro-me de ter jogado no Pai Joaquim, em seguida entre a chácara de Gustavo e o Cemitério e por último no Lambedor. Aliás, no Lambedor não joguei. Assisti a uma partida entre Ribeirão e Catolés, oportunidade em que conversei com Naivo, coordenador do time do Ribeirão e com o filho de meu saudoso amigo, Nem de Olava. O filho de Nem, como eu, era apenas assistente.
No meio do ano de 2023, meus sobrinhos: Evaldo, Clodoaldo, Washington e João Neto amadureceram a ideia há muito na cabeça dos filhos, outros netos e até bisnetos de João Hipólito Rodrigues, no sentido de se realizar partida de futebol da Família Hipólito, considerando o muito bom futebol praticado por Luis Alberto e Gilson, em campo e Maricélio em quadra de futebol de salão. Os demais filhos: João, Antônio e Ed. E os netos: Ênio, Murilo, Elder, Marcelo, Ró, e Luciano, assumiram protagonismo e eu, Guto, Elvander e Danilo, coadjuvância. A conjunção dessas vontades resultou na realização da I EDIÇÃO do jogo, em 13 de janeiro de 2024, sábado. Diante da presença do úmero considerado de amigos querendo jogar, não foi possível escalar dois times só com filhos, netos e bisnetos de JOÃO Hipólito. O sucesso foi além do esperado. A II EDIÇÃO ocorreu em 11 de janeiro de 2025, com maior presença de amigos, suficiente para escalar três times. A III EDIÇÃO ocorreu em 10 do mês em curso, sucesso acima da mais otimista expectativa, considerando a presença de 60% de amigos que participaram do jogo, a competividade das equipes e de jogadas individuais, entre Ênio, Elder, Wasinghton e Ró, sobressaindo Wasinghton, que marcou os 3 gols de sua equipe. Resultando final, equipe branco 3 e equipe vermelho, também 3.  Não obstante o placar de 3 X 3, não se pode negar aos goleiros, João Filipe, Adécio e Clodoaldo reconhecimento dentre os destaques no jogo. Ressalte-se que a “Cereja do bolo” foi a presença maciça feminina, muito animada, de parentes e amigas da Família Hipólito, incluindo minha filha Cassiana e minha neta Gabriela 
As III Edições dos jogos animada, de campo de Jean Azevedo. Eu avalio sempre e proclamo o sucesso empresarial e o espírito empreendedor de Jean, que desportista determinado, transformou ribanceira em terreno plano para a prática de futebol. Analisando os terrenos particulares e públicos que circundam Catolés, não vislumbro nenhum que poderia ser estruturado para um campo de futebol. Acredito que o prefeito, Dr. Wellington, com o seu tino administrativo e esportista com gosto para a prática de futebol deve estar estudando uma saída para a ausência de campo em Catolés. Por outro lado, se Jean transformou ribanceira em terreno plano, poderá estruturar seu campo em  mini estádio, com campo gramado e lances de arquibancada. Aí vem o custo. Acredito que a visibilidade está, para começo, na vontade política, visando a alocação de recursos via emenda orçamentária legislativa, Câmara e Senado, vez que, em sendo a Parceria Publico Privada possível em obras cujo custo fica acima de R$10.000,000,00 (dez milhões de reais), não contemplaria a obra de estrutura do campo de Jean. 
Diante do sucesso da III EDIÇÃO DO JOGO DA FAMILIA HIPÓLITO, mesmo sem a anuência prévia dos seus idealizadores e protagonistas, sugeri à vereadora Ana Lúcia Souza, em caso de ainda não constar no Calendário Festivo do Município de Abaíra, fazer a indicação para que conste, o JANEIRÃO CATOLEENSE, com subitem JOGO DA FAMILIA HIPÓLITO X CATADO. Catado é um termo popular no futebol que significa mistura. Essa nomenclatura poderá ser melhor adequada, com a aprovação da maioria dos idealizadores e protagonista do evento.


1ª Futebol Solidário de Livramento trouxe grandes estrelas ao Estádio Dr. Edilson Pontes

Foi realizado no último domingo (11) o 1º Torneio de Futebol Solídário de Livramento de Nossa Senhora no Estádio Municipal Dr. Edilson Pontes com a presença de grandes estrelas do futebol nacional como Obina (ex-Flamengo); Jorge Wagner (ex-Bahia, São Paulo e Internacional) e Marcelo Ramos (ex-Bahia e Cruzeiro). As equipes foram divididas entre Bahia e Vitória e o placar final foi 4x4. O evento arrecadou mais de 600 kilos de alimentos destinados e já entregues para a Casa do Idoso e CAASE. Diante do sucesso esportivo e solidário, os organizadores André, Anderson e Rui Sports já planejam a 2ª edição do evento que contará com a presença de jogadores consagrados no futebol brasileiro. Pelo time do Bahia atuou os seguintes jogadores: Mailson; Toninho Amaral; João Carlos; Gelson Caires, Clarismundo; Clarismundo Júnior; Inácio; Nilsinho; Alex Araújo; Batata Bateria; Eduardo Pascoal; Natal Contabilidade; Dr. Ênio Tanajura; Luba (LUBACAR); Thiago Banco do Brasil; Setor; Ron do Boxe; Reginho Viana; Jorge Wagner e Marcelo Ramos e pelo time do Vitória: João Vitor, Rui Filho, Flávio Lima, Romário de Nego, Rui Sports, Deraldo (Deras Tour); Dr. Antônio Lima; Rony Skimell; Tõe Alves (RA Frutas); Mirandinha; Miguel Neto; Alexandro Azevedo; Dr. Sérgio Henrique; Dr. Thiago Gutemberg; Matheus Negão; Cássio Vidal; Son Professor, Gil de Gatão; Zito; Obina; Badim; André Vagner e Mareca. 

Patrocinadores do evento:

Rui Sports; Farmácia Vitória; Eloá Transportes; Ary Cargas; Deras Tour; Consol Contabilidade; Batista do Maracujá; Fazenda São Francisco; Rony Skimell; Colégio Probo; Irriga Dantas; Dra. Taisy Gutemberg; VIP 3D e LUBACAR.

Colaboradores: 

Ley Placas; UNOPAR; Roni Castro e Kandinho da Manga.

Apoio:

Prefeitura Municipal de Livramento de Nossa Senhora (Prefeita Joanina Sampaio) e Secretaria de Esportes (Secretário Kinka)   

1ª Futebol Solidário de Livramento trouxe grandes estrelas ao Estádio Dr. Edilson Pontes
1ª Futebol Solidário de Livramento trouxe grandes estrelas ao Estádio Dr. Edilson Pontes

Altamirando Rodrigues: Registros do Futebol Solidário de Livramento
Registros do Futebol Sólidario de Livramento.

No pré-jogo, conversei com os craques Obina, Marcelo Ramos e Jorge Wagner, que participaram do jogo e completaram as equipes da seleção Livramentense.

Aproveitei o momento para abraçar o craque Rui Sports. Em diversas oportunidades, dividi o campo com Rui e, dessa vez, acompanhei a sua partida do banco de reservas. Apesar da sua contribuição no campo e no planejamento do evento, Rui se dedica integralmente à lapidação das "joias" livrementenses para o futebol brasileiro. 

Na escalação da equipe do Vitória estava o jogador Miguel Neto. Revelado por Rui, Miguel mostrou os atributos que o tornaram uma peça-chave na equipe sub-14 das divisões de base do EC Vitória.

No trajeto para o campo encontrei meu primo Lindolfo Azevedo e os amigos Jovelino, Junior Calçados e Nelson Beatão. Esses que, em décadas anteriores, eram responsáveis pelo espetáculo entre as 4 linhas, e hoje, me fizeram companhia na torcida pela nova geração de craques e por aqueles que ainda têm vigor físico para participar da partida.

Destaque especial também para o meu sobrinho e cardiologista, Dr. Ênio Tanajura Rodrigues. Não obstante a sua participação durante os 90 minutos da III Edição do Jogo da Família Hipólito, realizado no dia anterior ao Ba-Vi, Ênio comandou a lateral direita da equipe do Bahia e foi responsável pela assistência do gol que abriu o placar do jogo.

Instagram: https://www.instagram.com/p/DTaEgZZDU6X/?igsh=MTgzZWI1NWFocHd2NA==


Livramento recebe a 1ª edição do Futebol Solidário

No próximo domingo, dia 11 de janeiro, Livramento será palco da primeira edição do Futebol Solidário, um grande encontro esportivo em prol da solidariedade.

O evento contará com presenças confirmadas de Obina e Marcelo Ramos, além de ex-jogadores profissionais e atletas amadores da cidade de Livramento, fortalecendo ainda mais esse momento especial de união e esporte.

O encontro será realizado no Estádio Municipal de Livramento

Início do jogo: 15h:30

Entrada solidária:

R$ 5,00 + 1 kg de alimento não perecível

Participe, prestigie o esporte e faça parte dessa corrente do bem.

Futebol, solidariedade e emoção em campo!