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Sem auxílio emergencial, projeção para a Bahia é de 'caos social', diz especialista

Quinta 10 Dez 2020 - 12h00




Sem auxílio emergencial, projeção para a Bahia é de 'caos social', diz especialista

Na Bahia, em 56,6% das residências, pelo menos uma pessoa recebe o auxílio emergencial criado pelo governo federal para amparar trabalhadores informais e a população de baixa renda durante a pandemia. A estimativa equivale a 2,7 milhões de residências em todo o estado, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os dados representam a realidade do mês de outubro, e coloca a Bahia em nono lugar quanto ao percentual de atendidos e o terceiro em números absolutos de domicílios atendidos.  

Com valor atual de R$ 300, a última parcela prevista de pagamento do auxílio é no mês de dezembro. A sinalização do governo federal e da equipe econômica é de que o benefício deverá ser finalizado, sem, até o momento, proposta concreta de prorrogação, mesmo com o atual cenário de avanço da Covid-19 nos estados. A decisão do governo, no entanto, abre uma lacuna no que se refere ao futuro econômico e social no país.

Na Bahia, por exemplo, de acordo com Urandi Paiva, coordenador de Estatística da Superintendência de estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), sem o auxílio, a previsão é de aprofundamento dos indicadores negativos, passível a um estado de “caos social”, alimentado, principalmente, pela permanência da circulação do próprio coronavírus, atravessado pela miserabilidade. 

“Os grandes impactos são nos campos social e econômico na Bahia. Do ponto de vista social, o aumento de níveis de pobreza. Esse é o primeiro ponto. É um contingente muito grande de pessoas que, de uma hora para outra, podem passar a ter renda zero e podem ser jogadas na pobreza”, diz. Aponta ainda o risco de que s estabeleçam cenários piores ao já visto na pré-pandemia. “Pode voltar e em situação até pior”. 

À análise, Urandi ainda acrescenta uma projeção de impacto do fim da vigência da Medida Provisória 936, também editada pelo governo federal, a qual institui a suspensão de contrato e a redução de jornada. Nesta modalidade, para garantir a manutenção de empregos, o governo assumiu o pagamento de 70% do salário, enquanto o empregador arca com 30%. 

“Nós temos no Brasil 13 milhões de pessoas nessa situação, segurada no emprego por esse programa. Esse programa também acaba em dezembro e os empregos estão sendo colocados em risco, caso nada seja feito. O cenário é até pior porque tivemos muitos postos de trabalho destruídos durante a pandemia e, adicionalmente, uma política pública que segurou uma parcela dessas vagas temporariamente. Quer dizer que essas pessoas estão cobertas até dezembro e após podem estar também jogadas no desemprego e se juntar a uma massa que já é muito grande”, avalia.  

De acordo com o IBGE, o Brasil possui 14,1 milhões de pessoas desempregadas. Dados do instituto revelam ainda que, atualmente, a Bahia é o estado campeão de desemprego e informalidade no Brasil, com agravamento recente da situação no mês de setembro.  

Os resultados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Covid19 mostram que  a taxa de desocupação, que representa o percentual de pessoas que procuram emprego em relação às que estão trabalhando, avançou atingiu 19,6%. Em agosto, o índice era de 18,1%. O número é o mais alto do país. Em setembro, o total de pessoas em busca de emprego no estado saltou de 1,078 milhões para 1, 213 milhões. 

Outro dado recente do mesmo instituto de pesquisa revela que a Bahia também lidera o ranking de pessoas abaixo da linha da pobreza, se considerado em números absolutos. Em 2019, 4 em cada 10 moradores da Bahia (40,4% da população) estavam abaixo da linha da pobreza monetária e pouco mais de 1 em cada 10 (12,5%) estava abaixo da linha de extrema pobreza. Os dados são do estudo Síntese de Indicadores Sociais, divulgada pelo IBGE no início de novembro. A síntese considera informações da série histórica de 2012 a 2019 (reveja). 

“Com tudo isso, vou usar palavras que são fortes, mas são reais. Não só a Bahia, mas também o Nordeste, pode entrar em situação de colapso social, caso não se tenha um programa similar ao auxílio emergencial. Muita gente jogada na pobreza e na extrema pobreza. Uma situação extremamente preocupante para um estado que já tem muita gente nessa linha de pobreza”, enfatiza Urandi. 

O especialista acrescenta que ampliar a pobreza e a extrema pobreza impacta negativamente em todas as questões sociais que têm a pobreza e a desassistência como ponto de origem. Elege como exemplo a segurança pública, em sua fase violência e criminalidade.  “Pode-se ter um impacto e aumento da violência e da criminalidade. Pode ter impacto em indicadores educacionais e de saúde. Todo esse campo social pode estar comprometido se nada for feito. Vamos entrar em 2021 com dois problemas ainda crônicos. A pobreza e a Covid-19. Tem que fazer política pública para tentar conter o vírus e política pública para acolher as pessoas que estão em situação de vulnerabilidade”. 

O valor médio recebido via auxílio emergencial na Bahia em outubro era R$ 608, sendo o quarto mais baixo entre os estados. O IBGE aponta, no entanto, que desde julho, tanto a quantidade de domicílios em que alguém recebia o auxílio quanto o valor recebido vêm mostrando tendência de queda, acentuada entre setembro e outubro.

“Nesse intervalo de tempo, o número de residências que recebiam o auxílio caiu 3,9%, de 2,8 milhões (58,8%) para 2,7 milhões (56,5%) - foram menos 111 mil domicílios atendidos. O valor médio era de R$ 926 em setembro e caiu a R$ 608 em outubro (-34,3%)”, diz o IBGE. 

GOVERNO FEDERAL

Nas últimas semanas, sempre que possível, tanto o presidente Jair Bolsonaro quanto o ministro da Economia, Paulo Guedes, têm reforçado o fim inegociável do auxílio emergencial no mês de dezembro. Vale destacar que, desde o início da pandemia, o Planalto sempre demonstrou resistência a uma política efetiva, tomando por justificativa a situação fiscal do país. 

No início de dezembro, Bolsonaro chegou a afirmar que perpetuar benefícios é “o caminho certo para o insucesso”. Já o ministro Paulo Guedes, nesta quarta-feira, ao falar a investidores estrangeiros, ratificou que o Brasil “manda um sinal forte de reduzir subsídios”. 

"Acho que isso vai acontecer antes do fim do ano. Dois dias atrás, demos outro sinal, de que vamos acabar com o auxílio emergencial no fim deste ano. Estamos dando sinais que estamos removendo gastos extraordinários com a pandemia e, ao mesmo tempo, reduzindo subsídios", afirmou. 

O fim das parcelas do auxílio emergencial coincide com um momento em que o Brasil enfrenta um repique no número de ocorrências da doença em diversos estados e uma série de discussões se estabelecem em torno da aprovação de vacinas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Governadores pedem celeridade. 

Segundo o painel do Ministério da Saúde, o Brasil já registrou, desde março, mais de 6,67 milhões de casos da Covid-19, 51.088 nas últimas 24h. O total de mortes em decorrência da doença é de 178.159, tendo sido 842 contabilizadas no último período diário.

 

Fonte - Bahia Notícias

Ninguém acerta a Mega-Sena e prêmio acumula em R$ 34 milhões

Quarta 09 Dez 2020 - 08h42




Ninguém acerta a Mega-Sena e prêmio acumula em R$ 34 milhões

Nenhuma aposta acertou as seis dezenas do 2.325 da Mega-Sena. O sorteio foi realizado na noite dessa terça-feira (8), no Espaço Loterias Caixa, localizado no Terminal  Rodoviário Tietê, na cidade de São Paulo.

O prêmio acumulou e, de acordo com a Caixa, está estimado em R$ 34 milhões para o concurso 2.326, que será  realizado nesta quinta-feira (10). Foram as seguintes as  dezenas sorteadas: 33 - 34 - 37 - 46 - 52 - 60.

A quina registrou 27 apostas vencedoras; e cada uma pagará R$ 68.402,27. A quadra teve 2.233 apostas ganhadoras; cada apostador receberá R$ 1.181,53.

Nesta semana, a Loterias Caixa realiza a Mega-Semana de Natal, com três sorteios: na terça-feira (8), na quinta e no sábado (12).  

As apostas para o próximo sorteio poderão ser feitas até as 19h de amanhã (horário de Brasília), nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet.

 

Fonte - Agência Brasil

Superfungo resistente é identificado em UTI da Bahia; Anvisa emite alerta

Quarta 09 Dez 2020 - 08h36




Superfungo resistente é identificado em UTI da Bahia; Anvisa emite alerta

O superfungo fatal, resistente a medicamentos e responsável por infecções hospitalares, 'Candida auris', foi identificado em uma Unidade de Tratamento Intensivo em um hospital baiano. Após ser reportado à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), um alerta foi emitido nesta segunda-feira (7). 

De acordo com nota divulgada pela Anvisa, uma investigação foi instaurada para averiguar a possibilidade do primeiro caso positivo no país da Candida auris. 

A agência destaca que a Candida auris é um fungo resistente a medicamentos e que se tornou um dos mais temidos do mundo.

O fungo foi identificado em amostra de ponta de cateter de um paciente internado em UTI adulto em uma unidade hospitalar da Bahia. O hospital não foi divulgado. De acordo com a Anvisa, a presença do fungo foi confirmada pela técnica Maldi-Tof no Laboratório Central de Saúde Pública Profº Gonçalo Moniz (Lacen-BA) e no Laboratório do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HCFMUSP).

A Candida auris é um fungo emergente que representa uma séria ameaça à saúde pública, destaca a Anvisa. 

A agência descreve que o fungo apresenta resistência a vários medicamentos antifúngicos comumente utilizados para tratar infecções por Candida. Algumas cepas de C. auris são resistentes a todas as três principais classes de fármacos antifúngicos (polienos, azóis e equinocandinas). 

Além disso, a Candida auris pode causar infecção em corrente sanguínea e outras infecções invasivas, podendo ser fatal, principalmente em pacientes com comorbidades. 

A Anvisa também ressalta que a identificação do fungo requer métodos laboratoriais específicos. 

Ele pode permanecer no ambiente por longos períodos, de semanas a  meses. E também apresenta resistência a diversos desinfetantes, entre os quais, os que são à base de quartenário de amônio.

A agência sanitária chama a atenção para a propensão em causar surtos em decorrência da dificuldade de identificação oportuna pelos métodos laboratoriais rotineiros e da eliminação do ambiente contaminado. 

Diante disso, a Anvisa reforça a necessidade de atenção em todos os serviços de saúde do país. E também de intensificação das medidas gerais de prevenção e controle de infecções relacionadas à assistência à saúde.

 

Fonte - Bahia Notícias

Alta nos alimentos e combustíveis pressiona inflação e novembro tem maior alta em 5 anos

Terça 08 Dez 2020 - 12h00




Alta nos alimentos e combustíveis pressiona inflação e novembro tem maior alta em 5 anos

A alta nos preços dos alimentos e combustíveis pressionou o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). O indicador é considerado a inflação oficial do país, e em novembro avançou 0,89% em novembro. Em outubro a taxa foi de 0,86%. Os dados foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta terça-feira (8).

O Instituto destacou que esse foi o maior resultado para um mês de novembro desde 2015. Na época o indicador foi de 1,01%. 

Também ressalta que se trata da maior alta mensal desde dezembro de 2019 (1,15%).

Entre os nove grupos de produtos e serviços pesquisados, a alta foi constatada em sete. De acordo com reportagem do G1, a maior variação (2,54%) e o maior impacto (0,53 ponto percentual) vieram, mais uma vez, do grupo Alimentação e bebidas, que acelerou frente a outubro (1,93%).

A segunda maior contribuição (0,26 p.p.) veio dos Transportes (1,33%).

Juntos, os dois grupos representaram cerca de 89% do IPCA de novembro.

Ao observar os alimentos que mais subiram em novembro, estão as carnes (6,54%), batata-inglesa (29,65%), tomate (18,45%), arroz (6,28%) e óleo de soja (9,24%). No lado das quedas, o destaque foi o leite longa vida, com queda de 3,47%.

Já no setor de transportes, a reportagem destaca que a maior pressão no índice geral no mês (0,08 ponto percentual) veio da gasolina (1,64%), cujos preços subiram pelo sexto mês consecutivo. Entre os combustíveis (2,44%), destaca-se ainda a alta do etanol (9,23%).

 

Fonte - Bahia Notícias

MEC muda para 1º de março aulas presenciais nas universidades federais

Terça 08 Dez 2020 - 09h08




MEC muda para 1º de março aulas presenciais nas universidades federais

O Ministério da Educação (MEC) mudou, de 4 de janeiro para 1º de março, o início das aulas presenciais nas instituições federais de ensino superior. A nova data foi definida em portaria publicada na edição extra do Diário Oficial da União, nessa segunda-feira (7).

O documento recomenda que, para a realização das aulas presenciais, as instituições deverão observar os protocolos de biossegurança para o enfrentamento da pandemia da covid-19.

A portaria anterior, publicada no Diário Oficial no dia 2 de janeiro, que determinava a retomada das aulas em janeiro, não foi revogada, mas alterada no trecho que trata do início das aulas presenciais.

O texto da nova portaria dia, ainda, que "os recursos educacionais digitais, tecnologias de informação e comunicação ou outros meios convencionais poderão ser utilizados em caráter excepcional, para integralização da carga horária das atividades pedagógicas", no cumprimento das medidas para enfrentamento da pandemia do novo coronavírus.

 

Fonte - Agência Brasil

JOÃO NETO DÁ SHOW E FLUMINENSE BATE O SÃO PAULO NOS PÊNALTIS E AVANÇA À FINAL DO BRASILEIRÃO SUB-17

Terça 08 Dez 2020 - 08h52




JOÃO NETO DÁ SHOW E FLUMINENSE BATE O SÃO PAULO NOS PÊNALTIS E AVANÇA À FINAL DO BRASILEIRÃO SUB-17

O Fluminense bateu o São Paulo nos pênaltis nesta segunda-feira, em Laranjeiras, e garantiu uma vaga na final do Campeonato Brasileiro Sub-17. Em um jogo movimentado, os Moleques de Xerém venceram por 3 a 2 no tempo normal. Como jogo de ida havia sido 2 a 1 para os paulistas, a vaga foi definida nas penalidades. Os Garotos de Cotia chegaram a ficar a uma cobrança da classificação, mas no fim, quem levou a melhor foi o tricolor carioca, que enfrenta na decisão o Athletico-PR, que eliminou o Flamengo na outra semifinal.

O time carioca começou a mil no primeiro tempo e fez três gols em 27 minutos. João Neto abriu o placar. Mas os destaques foram Matheus Martins e Kayky, que bagunçaram a defesa são-paulina. Este último, fez a bela jogada do segundo gol, que resultou no tento de Matheus e, em seguida, marcou o terceiro, em outro grande lance.

Depois de um início de jogo apático, o São Paulo reagiu no fim do primeiro tempo com Caio, melhor jogador do time na partida. O Camisa 8 marcou de pênalti, com um chute forte no meio gol. Irônicamente, uma batida parecida com a despediçada pelo próprio jogador nas penalidades que decidiram a classificação. No segundo tempo, a equipe paulista manteve a superioridade e chegou ao segundo gol em jogada ensaiada, que João Adriano concluiu e, assim, garantiu a disputa de pênaltis.

A disputa de pênaltis foi acirrada e com reviravolta no fim. Com ótimas cobranças, os cinco primeiros batedores dos dois times balançaram as redes. Até que Gabriel Lyra, do Fluminense, cobrou mal, no meio do gol, e Felipe defendeu. Bastava Marquinhos fazer para garantir a classificação do São Paulo. O atacante chutou no canto esquerdo do goleiro, mas Cayo Fellipe fez bela defesa e colocou o time carioca de volta na disputa. Caio Amaral colocou o time carioca novamente na frente e jogou a responsabilidade para o tricolor paulista. E seu xará Caio isolou a bola. Erro do destaque são-paulino, que marcara o primeiro gol de sua equipe justamente de pênalti, na etapa inicial, e festa dos jogadores do Flu, classificados para a final.

 

Fonte - Globo Esporte

Produção de veículos deve parar por falta de insumos, diz associação das montadoras

Terça 08 Dez 2020 - 08h35




Produção de veículos deve parar por falta de insumos, diz associação das montadoras

A produção de veículos está prestes a ser interrompida no Brasil por falta de insumos. Segundo Luiz Carlos Moraes, presidente da Anfavea (associação das montadoras), o risco é imediato.

"A situação está ficando mais preocupante, o risco de paralisação para dezembro é muito alto devido à falta de insumos, principalmente de aço", disse o executivo durante a apresentação dos dados do setor em novembro. Há ainda escassez de pneus e de termoplásticos.

Segundo o presidente da Anfavea, paradas pontuais já têm ocorrido. A consequência aparece no estoque disponível, o mais baixo desde março de 2004.

Hoje há 119,4 mil veículos nos pátios de montadoras e de concessionárias, número suficiente para atender a apenas 16 dias de venda. No auge da pandemia, as unidades à espera de um dono supriam quatro meses de comercialização.

"Há até montadoras comprando insumos para os fornecedores e tentando mitigar o risco de paralisação. Fazemos coisas impossíveis, mas milagres a gente ainda não faz", disse Moraes. Segundo o executivo, há possibilidade de falta de automóveis no mercado, o que deve interromper o crescimento de vendas de automóveis novos.

A falta de aço se deve principalmente ao problema da retomada da produção nas siderúrgicas em meio à pandemia. Segundo Moraes, as empresas do setor afirmam que as exportações não estão prejudicando o abastecimento no país, mas há dificuldades em atender o mercado interno devido diferentes especificações do metal usado pelas montadoras no Brasil.

A interrupção nas linhas de montagem vai agravar os problemas do varejo e das locadoras. As empresas de aluguel de carros esperam receber 40 mil unidades neste mês, mas necessitam de 80 mil para atender à demanda no fim do ano.

Sem carros novos, essas locadoras seguram as frotas atuais e deixam de abastecer o mercado de veículos usados, o que prejudica os lojistas -que já enfrentam a escassez de modelos zero-quilômetro e de carros com menos de três anos de uso.

A parada iminente foi revelada após um mês de alta significativa na produção.

Com 238,2 mil unidades manufaturadas, a montagem de veículos em novembro registrou crescimento de 4,7% em relação ao mesmo mês do ano anterior, segundo a Anfavea. É a primeira vez que isso ocorre desde o início da pandemia da covid-19.

Em relação a outubro, o crescimento da produção ficou em 0,7%. Os dados divulgados pela Anfavea nesta segunda (7) incluem carros de passeio, veículos comerciais leves, ônibus e caminhões.

A queda acumulada na produção é de 35% em 2020.

As vendas tiveram alta de 4,7% em novembro na comparação com outubro, segundo dados da Fenabrave (entidade que representa os revendedores). Foram licenciadas 225 mil unidades, melhor resultado de 2020 até agora, com média diária de 11,3 mil emplacamentos.

Em relação a novembro de 2019, houve retração de 7,1% na comercialização de veículos. No ano, a queda chega a 28,2%

Os consumidores que optaram pelos veículos zero-quilômetro encontraram carros bem mais caros nos últimos meses, e não há expectativa de queda nos preços.

Segundo Moraes, será impossível reter os repasses, que ocorrem principalmente devido à variação cambial e aos reajustes dos insumos. Além das dificuldades para compra de aço, o metal já acumula alta de aproximadamente 40% ao longo de 2020.

Enquanto lidam com problemas de produção e demanda, as montadoras seguem com planos de demissão voluntária abertos, o que explica a redução de 640 postos de trabalho entre outubro e novembro.

Mas esse número é desigual entre os diferentes setores ligados à Anfavea, o que vai influenciar no balanço final de 2020.

O segmento de máquinas agrícolas e rodoviárias registrou 179 contratações no último mês, mas 819 funcionários foram desligados das fábricas de automóveis.

Porém, a maior parte dessas contratações são por período temporário, para atender a demandas sazonais.

As exportações surpreenderam, com alta de 26,2% em comparação a outubro.

Segundo Luiz Carlos Moraes, presidente da Anfavea, houve a regularização nos envios a países que estavam com estoques em baixa. Em relação a outubro de 2019, foi registrado um crescimento de 38,6%.

A Anfavea espera que 2021 seja um ano mais equilibrado em todos os setores da indústria automotiva, mas o presidente da entidade admite que está sendo difícil fazer projeções.

Caso o fornecimento de insumos não seja regularizado logo, o primeiro trimestre do próximo ano pode ser prejudicado, com queda no PIB industrial. O comércio também será afetado pela escassez de produtos.

Outro fator que preocupa a Anfavea é o andamento da pandemia de covid-19, que registra alta seguidas nos casos.

"Estávamos considerando a pandemia como controlada, mas, infelizmente, temos observado o aumento da contaminação", disse Moraes. Segundo o executivo, esse fator vai influenciar nas previsões.

 

Fonte - Indústria Hoje

Começa nesta segunda novo prazo para saque do FGTS emergencial

Terça 08 Dez 2020 - 08h26




Começa nesta segunda novo prazo para saque do FGTS emergencial

Nesta segunda-feira (07), começou o novo prazo para quem quiser fazer o saque de R$ 1.045 do FGTS Emergencial. Será possível resgatar o dinheiro até 31 de dezembro.

O benefício foi criado por meio da Medida Provisória n° 946/20 deste ano, como uma medida de combate aos impactos econômicos da pandemia.

Assim como o auxílio emergencial, a liberação do dinheiro foi sendo feita em diversos lotes, organizados pela data de nascimento dos trabalhadores. O dinheiro foi depositado na poupança social digital da Caixa, criada automaticamente para cada trabalhador que tinha o direito de receber.

Por que há um novo prazo?
Na última segunda-feira (30), a Caixa informou que cerca de R$ 7,9 bilhões do saque emergencial do FGTS creditados nas contas da poupança digital e não movimentados retornariam para as contas vinculadas dos trabalhadores, devidamente corrigidos, em cumprimento à Lei 14.075/2020.

Assim, como já estava previsto, o valor retornou para a conta do fundo de garantia de cada trabalhador no dia 30 de novembro. Mas os trabalhadores que não movimentaram os valores e quiserem resgatá-los poderão, a partir de agora, acessar o dinheiro de acordo com o novo prazo.

Como receber o Saque Emergencial FGTS?
Segundo a Caixa, para receber o Saque Emergencial FGTS, é preciso estar com os dados cadastrais atualizados. Apenas depois da solicitação o trabalhador saberá o valor e a data em que o montante estará liberado. O saque de R$ 1.045 é o valor máximo por conta inativa ou ativa. Cada usuário pode sacar de mais de uma conta, se a tiver.

“Os trabalhadores que ainda não receberam devem acessar o aplicativo FGTS, complementar os dados cadastrais e solicitar o saque dos valores, que serão creditados na Conta Poupança Social Digital. O valor e a data do crédito serão informados em seguida”, disse o banco em nota.

Com isso, o saldo ficará na conta digital aberta pela Caixa e estará disponível para movimentação pelo aplicativo Caixa Tem.

Vale lembrar que o dinheiro pode ser utilizado em pagamentos de contas, saque em espécie ou transferências. O InfoMoney preparou um passo a passo sobre como fazer o saque do FGTS.

Segundo a Caixa, foram disponibilizados R$ 37,8 bilhões para mais de 60 milhões de trabalhadores, considerando todo o calendário desse benefício.

Como consultar mais informações do Saque Emergencial FGTS?
A Caixa disponibilizou alguns canais de atendimento para o Saque Emergencial FGTS. Entre eles estão o App FGTS, o próprio site da instituição financeira, a central de atendimento (Caixa 111, opção 2) e o internet banking do banco.

O banco alertou que não envia mensagens com solicitação de senhas, dados ou informações pessoais. Também não envia links ou pede confirmação de dispositivo ou acesso à conta por e-mail, SMS ou WhatsApp.

 

Fonte - Infomoney

Governo da Bahia edita decreto e autoriza casamentos e formaturas com até 200 pessoas

Segunda 07 Dez 2020 - 09h12




Governo da Bahia edita decreto e autoriza casamentos e formaturas com até 200 pessoas

O Governo da Bahia editou o decreto sobre eventos com presença de público no Diário Oficial do Estado (DOE) deste sábado (5). O texto permite a realização de cerimônias de casamento e solenidades de formatura desde que limitadas a até 200 pessoas.

A publicação destaca que a parte festiva desses eventos não está permitida.

Além disso, shows e festas, públicas ou privadas, seguem proibidos independentemente do número de participantes.

Também continuam suspensos outros eventos e atividades com presença de público superior a 200 pessoas, como passeatas, feiras, circos, eventos científicos, desportivos e religiosos.

 

Fonte - Bahia Notícias

LIVRAMENTO: DR ANTÔNIO CLAUDIO ASSUME NOVAMENTE DELEGACIA DE POLÍCIA CIVIL

Sexta 04 Dez 2020 - 09h50




LIVRAMENTO: DR ANTÔNIO CLAUDIO ASSUME NOVAMENTE DELEGACIA DE POLÍCIA CIVIL

O Governador do Estado da Bahia, Rui Costa nomeou, nesta sexta-feira (04), o Bel Antônio Cláudio Pereira Oliveira, para o cargo de Delegado Titular da Delegacia de Polícia Territórial de Livramento de Nossa Senhora. Dr. Claudio esteve à frente da unidade de setembro de 2017 a outubro de 2020, passando cerca de 40 dias como titular da Delegacia de Paramirim, onde retorna para assumir novamente a titularidade a Delegada Maria Helena Tenório Teixeira.  

Rui oficializa proibição de shows e festas 'independente do nº de participantes'

Sexta 04 Dez 2020 - 09h12




Rui oficializa proibição de shows e festas 'independente do nº de participantes'

Como anunciado pelo governador Rui Costa (PT), o Diário Oficial do Estado (DOE) desta sexta-feira (4) traz uma edição no Decreto nº 19.586, de 27 de março de 2020, para reforçar a proibição de eventos. De acordo com o texto, "fica suspensa a realização de shows, festas, públicas ou privadas, e afins, independentemente do número de participantes, durante o período disposto no caput deste artigo".

O decreto está em vigor até o próximo dia 17, mas o governador já adiantou que não permitirá a ocorrência desse tipo de evento nos meses de dezembro e janeiro.

Durante evento para entrega de novas viaturas à Polícia Civil, nessa quinta (3), Rui disse que determinou até a criação de uma equipe com membros da Secretaria de Saúde (Sesab) e da Secretaria de Segurança Pública (SSP) para monitorar anúncios de festa no verão e coibir a realização delas. "Pra qualquer bar, barraca que esteja chamando festa no mês de dezembro e no mês de janeiro, [que] a polícia atue presencialmente e faça a notificação desse ente comercial, avisando que não será permitido, e a polícia fará o bloqueio de entrada nesse estabelecimento", declarou na ocasião.

O objetivo com essas ações é conter o aumento da taxa de transmissão do novo coronavírus, que, nas palavras do governador, pode fazer a Bahia enfrentar sua "maior onda". Segundo o secretário de Saúde do estado, Fábio Vilas-Boas, o cenário atual já é mais crítico do que o registrado em julho, quando o número de casos ativos atingiu um pico, porque o surto atual ocorre simultaneamente em toda a Bahia.

 

Fonte - Bahia Notícias

Petrobras aumenta em 5% valor de gás de cozinha a partir desta quinta (03)

Quinta 03 Dez 2020 - 11h10




Petrobras aumenta em 5% valor de gás de cozinha a partir desta quinta (03)

A Petrobras informou que elevará em 5% o preço médio do GLP, também conhecido como gás de cozinha, a partir desta quinta-feira (3). Os reajustes são aplicados às distribuidoras.

Com isso, o preço médio da Petrobras às revendedoras será equivalente a R$ 33,89 por botijão de 13 kg.

Com o reajuste, o produto passa a acumular no ano alta média de 21,9%, ou R$ 6,08 por botijão.

A estatal destacou também que, de acordo com dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP), 43% do preço ao consumidor final correspondem atualmente à parcela da Petrobras e os demais 57% traduzem as parcelas adicionadas ao longo da cadeia até clientes finais como tributos e margens brutas de distribuição e revenda.

Segundo pesquisa da ANP, na última semana de novembro o preço médio do botijão praticado no país era de R$ 73,22. Os preços, no entanto, são livres, e variam nos postos de venda aos consumidores.

"Ao longo do ano, refletindo as reduções e as variações do mercado internacional, a Petrobras reduziu os preços de venda do GLP às companhias distribuidoras, chegando a uma variação acumulada de -21,4% em maio (-5,96 R$/ botijão de 13 kg). Da mesma forma, os preços acompanharam a recuperação do mercado internacional, também sendo influenciados pelo câmbio", acrescentou.

 

Fonte - G1

Brumado: MP cobra prefeitura e Inema em caso de captação irregular de água

Quinta 03 Dez 2020 - 10h48




Brumado: MP cobra prefeitura e Inema em caso de captação irregular de água

A primeira promotoria de Brumado, no Sertão Produtivo, Sudeste baiano, cobrou a identificação de propriedades rurais acusadas de captação irregular de água no Rio de Contas. A medida, divulgada nesta quinta-feira (3), ocorre em meio à prorrogação de um inquérito, iniciado em 2017, que apura a conduta irregular, motivo da falta de abastecimento no distrito de Cristalândia, em Brumado.

Conforme o promotor Millen Castro, o fato veio a público após uma vereadora [Lia Teixeira] ter apontado o desabastecimento continuado no distrito. Um ano depois, em 2018, um relatório feito pela secretaria de meio ambiente local tinha identificado diversos motores elétricos ao longo do Rio de Contas. Os equipamento serviriam à irrigação irregular de plantio comercial de frutas, operados por pessoas identificadas apenas por prenomes.

O relatório também informava que a captação irregular era estimulada por não haver solicitação de licenciamento ou outorga ambiental para plantio à margem do rio.  Além de endereçar pedido à secretaria de meio ambiente de Brumado, o promotor também cobrou ações do Inema [Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos].

Neste caso, Millen Castro pediu que o instituto intervenha no caso, fazendo com que as propriedades deixem de continuar a captação irregular, fato que prejudica o sistema de abastecimento de água de Brumado e de Malhada de Pedras, na mesma região.

 

Fonte - Achei Sudoeste