Governar é muito mais do que fazer discurso. É ouvir, planejar, investir e ter compromisso com quem mais precisa. Na Bahia, os governos liderados por Wagner, Rui Costa e agora Jerônimo Rodrigues construíram uma linha de continuidade que mudou a realidade do estado, principalmente do interior.
Durante muitos anos, o sonho de milhares de baianos era simplesmente ter uma estrada asfaltada ligando uma cidade à outra. Esse avanço começou a ganhar força nos governos do PT. Depois vieram novos investimentos em saúde, educação, abastecimento de água, universidades, hospitais regionais e infraestrutura. Hoje, a Bahia vive uma nova etapa: além de ligar cidades, o governo começa a pavimentar acessos para distritos e povoados, aproximando comunidades, fortalecendo a economia local e melhorando a vida do homem e da mulher do campo.
Jerônimo Rodrigues representa justamente essa Bahia do interior. Filho do sertão, agrônomo, homem simples, conhece a realidade do povo porque viveu ela. Sabe o que significa estrada ruim, dificuldade de acesso à saúde, deslocamento de estudantes e produtores rurais. Por isso, tem priorizado ações regionalizadas, descentralizando serviços e fortalecendo os territórios.
Mas os avanços não ficaram apenas no interior. Salvador também viveu grandes transformações estruturantes nos últimos anos, como a implantação do metrô, a modernização da mobilidade urbana e agora o avanço do VLT da Cidade Baixa, obra aguardada há décadas e que vai melhorar a vida de milhares de pessoas na capital.
O mesmo acontece com a Ponte Salvador-Itaparica, um dos maiores projetos de infraestrutura do Brasil e um vetor de desenvolvimento para toda a região do Recôncavo e Baixo Sul. Durante muito tempo a oposição ironizou, dizendo que era apenas promessa. Mas os fatos começam a mostrar outra realidade: o primeiro navio com equipamentos para a plataforma provisória já chegou, marcando o avanço concreto das obras preparatórias desse empreendimento histórico, que vai gerar empregos, turismo, desenvolvimento econômico e integração regional.
Muitas vezes a oposição critica convênios, anúncios e ordens de serviço, dizendo que “o governo só promete”. Mas quem conhece gestão pública sabe que obra pública tem etapas: projeto, licitação, convênio, liberação de recursos e execução. Nenhuma grande transformação acontece da noite para o dia. Governar exige responsabilidade, planejamento e compromisso.
É importante lembrar também que muitos desafios econômicos não são exclusivos da Bahia nem do Brasil. O mundo inteiro enfrenta oscilações provocadas por guerras, crises internacionais, petróleo, juros, inflação e disputas comerciais entre grandes potências. O Brasil, inclusive, enfrentou recentemente pressões e barreiras econômicas externas, como tarifas impostas pelos Estados Unidos sobre produtos estratégicos. Ainda assim, o governo federal tem mantido o equilíbrio institucional, retomado obras, ampliado investimentos, gerado empregos e ajudado estados como a Bahia a continuarem avançando.
A segurança pública, por exemplo, é um desafio nacional, presente em praticamente todos os estados brasileiros, independentemente do partido que governa. Ainda assim, a Bahia segue realizando concursos, ampliando efetivos, investindo em inteligência, equipamentos e estrutura para enfrentar o problema.
Ao mesmo tempo, o governo segue entregando resultados concretos: hospitais regionais, escolas em tempo integral, obras hídricas, estradas, policlínicas e investimentos sociais que alcançam principalmente quem mais precisa.
Na política, é comum existir discurso e crítica de todos os lados. Mas governar de verdade exige trabalho contínuo, responsabilidade, investimento e capacidade de transformar projetos em realidade. O povo da Bahia sabe reconhecer quem conhece sua realidade e trabalha de verdade pelo interior e pela população mais humilde.