Após passar por uma requalificação, o trecho de 196 quilômetros da BA-148, que liga as cidades de Boninal, Piatã e Abaíra, até chegar à cidade de Rio de Contas, foi entregue à população nesta quinta-feira (4), pelo governador Rui Costa. Na ocasião, o gestor inaugurou em Boninal, um posto do Serviço de Atendimento ao Cidadão (SAC).
De acordo com o governo do estado, a requalificação coordenada pela Secretaria de Infraestrutura (Seinfra), custou R$ 73 milhões. "Viemos fazer entregas importantes, como esta da estrada, uma obra que contou com um investimento de mais de R$ 70 milhões. É bom destacar que a Bahia segue sendo o segundo estado brasileiro em investimentos, e vamos continuar trabalhando", disse Rui Costa.
Em parceria com a prefeitura da cidade de Boninal, na região da Chapada Diamantina, o governo estadual também inaugurou o posto do SAC que irá ofertar os serviços de emissão de Carteira de Identidade (RG), Cadastro de Pessoa Física (CPF) e Antecedentes Criminais.
O novo posto foi instalado na Praça Agenor Gonçalves, e conta com um ponto de atendimento para triagem e entrega de senhas, três guichês para os serviços básicos, além de sala de espera com 31 lugares.
Os municípios de Feira de Santana, no Portal do Sertão; Dom Basílio, no Sudoeste; e Cansanção, na região sisaleira, tiveram decretos de emergência por estiagem reconhecidos pelo Estado nesta sexta-feira (5). Nas três cidades, a medida vale por 180 dias contados a partir da data do decreto homologado em cada cidade. Em Feira vale a partir de 29 de dezembro último, em Dom Basílio, desde 6 de janeiro, e em Cansanção, com início em 19 de janeiro.
Segundo a prefeitura de Feira de Santana, um dos motivos para estabelecer o decreto é a escassez pluviométrica na zona rural do município que teria "gerado graves prejuízos às atividades produtivas, principalmente à agricultura e à pecuária". Nos períodos de situação de emergência, os municípios podem fazer compras sem precisar de licitação.
No entanto, os gastos devem ser direcionados para a mininização dos problemas identificados no decreto e no período em que vigora a medida. Para serviços, os gastos podem ser de até R$ 17,6 mil e para obras, R$ 33 mil.
O ministro Paulo Guedes (Economia) afirmou nesta quinta-feira (4) que eventual pagamento de novas parcelas do auxílio emergencial depende da criação de um novo marco fiscal que trave outros gastos do governo.
De acordo com o ministro, é possível que um novo pagamento da assistência atenda a metade do público original do auxílio. Desse modo, o número de beneficiados cairia de 64 milhões para aproximadamente 32 milhões.
"Os invisíveis, esses nós estamos focalizando a ajuda. É possível, temos como orçamentar isso, desde que seja dentro de um novo marco fiscal, robusto o suficiente para enfrentar eventuais desequilíbrios", disse.
Guedes afirmou que o governo está preparado para agir se a pandemia piorar, mas não deu parâmetros sobre essa piora.
A ideia da equipe econômica é incluir uma cláusula de calamidade pública dentro da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) Emergencial, que traz gatilhos de ajuste fiscal em momentos de aperto financeiro.
"Você aperta o botão da calamidade pública e podemos atender algumas coisas, travando outras. [É importante] manter a estabilidade fiscal porque se não vamos prejudicar mais ainda a população com inflação voltando, juros altos, crises", disse.
O ministro afirmou que grande parte das pessoas que receberam auxílio em 2020 retornou para outros programas sociais, como o Bolsa Família. Por isso, não seria necessário pagar a assistência emergencial novamente a todos.
O ministro deu as declarações após reunião com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), que cobrou ações do governo na área social.
"A pandemia continua e eu vim ao ministro Paulo Guedes externar a preocupação do Congresso com a assistência social, um socorro que seja urgente para ajudar as camadas mais vulneráveis da população", disse.
A previsão do tempo da Seagri indica pancadas de chuvas durante os próximos sete dias no município de Livramento de Nossa Senhora. O maior volume é esperado para a próxima sexta-feira e sábado, 14mm, dias 05 e 06 de fevereiro. Neste período a temperatura varia entre 20ºC e 30ºC e a umidade vai de 36% a 60%. Até o dia 09/02 pode chover cerca de 60mm. Confira a previsão completa no gráfico.
O Fluminense acertou a renovação de contrato profissional com o atacante livramentense João Neto. O jogador foi um dos destaques da equipe sub-17, a chamada “Geração dos Sonhos”, da base do clube. Com o Fluminense, João Netoi foi campeão brasileiro e vice da Copa do Brasil da categoria.
João Neto passa a integrar a equipe principal do Fluminense a partir deste mês de fevereiro. Em setembro do ano passado, o atleta livramerntense assinou com o clube seu primeiro vínculo profissional até o dia 30 de setembro de 2022. O novo contrato terá duração até o fim de 2024.
Na assinatura do contrato, João Neto foi recebido pelo Presidente do Fluminense Mário Bittencourt, além de estar acompanhado pelo seus empresários, Deco, ex-jogador do Barcelona e da seleção de Portugal e de Rui Sports.
A vacina de Oxford pode reduzir a transmissão do novo coronavírus em 67%, aponta dados de um estudo preliminar divulgado na terça-feira (2).
Esse é o mesmo estudo que concluiu que o imunizante, desenvolvido pela Universidade de Oxford e pela AstraZeneca, teve eficácia de 76% com a aplicação de uma só dose do imunizante. Segundo o G1, a proteção começa três semanas após a aplicação e é mantida até 90 dias.
A pesquisa também apontou uma eficácia de 82,4% com a segunda dose, caso ela seja três meses após a primeira. Esse novo resultado é melhor do que o encontrado anteriormente, que apontava uma eficácia de 54,9% quando o reforço foi aplicado após um mês e meio. Os pesquisadores mediram o impacto na transmissão por meio de swabs (haste semelhante a um cotonete, que coleta amostras do nariz e da garganta), com testes feitos todas as semanas nos participantes para detectar sinais do novo coronavírus.
Se ele não for detectado, mesmo que a pessoa esteja infectada, é um sinal de que o vírus não pode ser transmitido. A pesquisa, que ainda não foi revisada por pares, apontou uma redução de 67% nos testes positivos entre os vacinados. O estudo de pesquisadores da Universidade de Oxford é o primeiro a documentar evidências de que a vacina contra a Covid-19 pode reduzir a transmissão do vírus, e a descoberta ressalta a importância da vacinação em massa como um caminho para sair da pandemia, aponta o jornal "The New York Times".
O presidente do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), o desembargador Lourival Almeida estabeleceu que durante os dias 15, 16 e 17 de fevereiro, período do carnaval em 2021, terá expediente normal. As atividades forenses terão horário de atividade das 9h às 15h, segundo decreto publicado nesta terça-feira (2).
"Considerando o disposto no Decreto Estadual Nº 20.193 de 26 de janeiro de 2021, suspendeu os feriados relativos aos festejos no âmbito do Poder Executivo Estadual, a fim de evitar a disseminação da Covid-19 no estado da Bahia", explicou o decreto judiciário nº 59, que também leva em conta o momento da pandemia.
As atividades do TJ-BA adotou novos protocolos para funcionamento das atividades presenciais da Corte no estado. As medidas tratam também sobre as atividades presenciais de trabalho.
A China liberou a exportação de cerca de 5,6 mil litros de insumos para a produção da vacina CoronaVac no Brasil. A expectativa é de que o material chegue no Brasil até dia 10 de fevereiro.
Com essa quantidade de matéria-prima é possível produzir 8,7 milhões de doses da vacina pelo Instituto Butantan. A informação foi divulgada pelo governador de São Paulo, João Doria (PSDB), nessa segunda-feira (1º).
Outro carregamento de insumo para fabricação da vacina, de cerca de 5,4 mil litros, deve chegar em São Paulo na noite de quarta-feira (3).
De acordo com o Instituto Butantan, a previsão é de que a entidade produza com essa matéria-prima cerca de 8,6 milhões de doses da Coronavac em 20 dias.
A CoronaVac é uma vacina contra Covid-19 feita com o vírus inativado e desenvolvida pelo laboratório chinês Sinovac em parceria com o Butantan.
O primeiro dia de provas digitais do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) teve abstenção recorde de 68,1%, segundo informou o Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais) na noite deste domingo (31). Ao todo, 34.590 alunos realizaram a avaliação e 58.489 inscritos não compareceram. De acordo com o instituto, 174 alunos pediram reaplicação por doenças infecciosas (entre elas a Covid-19) – 118 foram aceitas e 56, negadas.
Quem não compareceu precisa justificar a falta para pedir reaplicação, que será feita em 23 e 24 de fevereiro em versão impressa.
No Amazonas, as provas foram suspensas em razão do agravamento da crise sanitária no estado e as provas serão reaplicadas nas mesmas datas.
Houve problema na aplicação da prova também no Instituto Federal de Tecnologia do Amapá. "Foi uma questão estrutural e não de sistema, uma viga cedeu e a Defesa Civil interditou o local", explicou o presidente do Inep, Alexandre Lopes. Os alunos prejudicados também poderão fazer a prova impressa.
"Todo processo novo, inédito, está sujeito a empecilhos. Quem não conseguiu fazer hoje pode fazer o segundo dia e pedir reaplicação apenas do primeiro ou pedir reaplicação para os dois dias", disse Lopes.
Além disso, um dos servidores apresentou lentidão no momento de aplicação da prova e atrasou o início do exame em alguns lugares, mas o Inep não especificou quais. "Resolvemos o problema e a avaliação começou cerca de 1h30 depois. Alguns alunos não puderam esperar e foram embora. Eles poderão pedir reaplicação", afirmou o diretor de tecnologia do Inep, Camilo Mussi.
Esta é a primeira versão do exame aplicada de forma digital. Os alunos fizeram as provas em 104 cidades espalhadas pelo país. Foram disponibilizados 93 mil computadores.
O tema da redação da edição foi "O desafio de reduzir as desigualdades entre as regiões do Brasil". Pouco depois do início das provas, o ministro da Educação, Milton Ribeiro, divulgou o assunto em seu perfil em rede social.
A versão impressa, aplicada nos dias 17 e 24 de janeiro, também teve abstenção recorde: mais da metade dos cerca de 5 milhões de inscritos (55,3%) não compareceu ao exame.
Por causa da pandemia e dos protocolos de segurança, os alunos não puderam responder as questões em computador próprio e tiveram que ir até os locais de aplicação. Além disso, o uso de máscara era obrigatório. A etapa faz parte da edição de 2020 do Enem.
Os estudantes fizeram, no primeiro dia, provas de ciências humanas, linguagens e a redação. No próximo domingo (7), será realizado o segundo dia de provas, com questões de matemática e ciências da natureza. “Quem não pode comparecer no primeiro dia, mesmo que não vá concorrer a vaga porque não teve justificativa, faça a prova no domingo para conhecer a versão digital”, pediu Lopes.
Embora as questões de múltipla escolha tenham sido feitas pelo computador, a redação teve de ser entregue no papel.
O Ministério da Educação quer que as provas do Enem sejam 100% digitais até 2026. Para isso, será feita uma transição gradual entre os exames impressos e o formato digital. Além disso, a pasta pretende realizar várias aplicações do exame ao longo de um só ano.
O Instituto Butantan vai receber nesta semana insumos para produzir mais 8,6 milhões de doses da Coronavac, vacina contra Covid-19 desenvolvida pelo laboratório chinês Sinovac em parceria com o instituto paulista, em solo nacional. A expectativa é que o lote chegue na próxima quarta-feira (3), no aeroporto de Guarulhos, em São Paulo.
O governo de São Paulo divulgou as imagens da carga sendo encaminhada ao aeroporto de Pequim, na China, na madrugada deste domingo (31), onde aguarda liberação alfandegária. Distribuídos em contêneires e levados em sete caminhões até o aeroporto, o lote contém 5,4 mil litros de IFA (Ingrediente Farmacêutico Ativo), composto que será formulado e envasado no insitutito paulista.
As primeiras doses da vacina Coronavac que desembarcaram no país vieram prontas para uso. Elas se referiam às 6 milhões de doses aprovadas para uso emergencial pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), no dia 17 de janeiro.
Após a autorização destas doses iniciais, o Butantan solicitou uma nova autorização à agência, dessa vez referente a outras 4,8 milhões de doses que foram formuladas no instituto a partir das remessas de IFA chinesas. A autorização da agência veio cinco dias depois da solicitação.
Nas últimas semanas, preocupações sobre a liberação por autoridades chinesas da IFA necessária tanto para produzir a Coronavac quanto a vacina da Oxford/AstraZeneca levantaram suspeitas de uma crise diplomática com a China e a Índia, causadas pelo governo Bolsonaro.
A liberação dos insumos ocorreu após reunião do embaixador da China, Yang Wanming, se reunir com figuras do Palácio do Planalto, como o ministro de Relações Exteriores, Ernesto Araújo, e com o atual presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ).
O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), também se reuniu com Wanming, na última terça-feira (26), e já havia anunciado a previsão de chegada dos insumos para a próxima quarta-feira (3).
O Butantan afirmou que levará de 15 a 20 dias para produzir as novas doses a partir dos insumos recebidos.
Agora, as novas remessas não precisam mais de autorização da agência, pois a última aprovação já contemplou esse tipo de formulação e envase no país.
Os contêneires vindos da China possuem 200 litros cada, o que permite a produção de 320 mil doses.
Até o momento, o Brasil possui cerca de 12,1 milhões de doses de vacinas contra a Covid-19, sendo 10,1 milhões da Coronavac e o restante da Oxford/AstraZeneca. Já foram vacinadas 2.002.455 pessoas no país, segundo dados do consórcio de imprensa.
No estado de São Paulo, o governo vacinou, até às 11h55 deste domingo (31), 388.696 pessoas.
Moradores de Vitória da Conquista, município no sudoeste da Bahia, colheram uma batata doce gigante, com 3,464 kg e medindo 33 centímetros de altura. As informações são do portal G1.
Jobs dos Santos Nascimento conta que arrumou a muda e plantou no quintal da casa da mãe dele, Dona Isabel, onde a família tem uma criação de galinhas e um pé de banana.
"Essa muda, ela veio da zona rural da região de Vitória da Conquista. A minha esposa trouxe da casa dos familiares dela. Ela comeu a batata e ficou uns pedaços de uns quatro centímetros na fruteira. Eu cheguei do trabalho um dia, estava olhando e vi que estava como se fosse uma muda e plantei", contou Jobs.
"É inesperado. Creio que poucas pessoas tenham visto uma batata tão grande como essa. Não é normal, é especial por não ter nenhum produto químico, 100% orgânico", disse Jobs dos Santos.
Segundo ele, foram seis meses até chegar nesse ponto. Ele nunca tinha colhido uma batata tão grande como essa. Quem retirou a batata doce do pé foi a sobrinha de Jobs, Jamile Nascimento. A reação dela foi de surpresa.
"Eu estava indo colocar água para as galinhas e quando cheguei vi uma batata bem grande. Eu fiquei surpresa, porque nunca tinha visto", disse a adolescente.
O engenheiro agrônomo Fábio Martins gravou um vídeo explicando que as chuvas no local e possibilidade da terra ter muito potássio, que favorece o plantio de batata, podem ter contribuído para que o alimento tivesse esse tamanho.
"Isso é um indicativo de que a batata foi plantada em uma época que tinha uma boa quantidade de chuvas fracionadas aliado a uma característica natural desse solo, que possivelmente tem uma boa fertilidade”, afirmou.
"Entre os nutrientes que a batata necessita para o desenvolvimento, temos um que chama potássio, que seria um indicativo de que esse solo tem uma quantidade significativa desse elemento, proporcionando um pleno desenvolvimento dessa batata e um alongamento maior", concluiu.
Para ninguém duvidar da história da batata doce gigante, ela foi fotografada pelos moradores. Depois, ela foi dividida entre a família.
A bandeira tarifária das contas de luz continuará na cor amarela em fevereiro, informou nesta sexta-feira (29) a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). isso significa uma taxa extra de R$ 1,34 para cada 100 quilowatts consumidos por hora. De acordo com a Agência Brasil, o valor é o mesmo que havia sido estabelecido para janeiro.
Segundo a Aneel, apesar de fevereiro ser um mês tipicamente mais chuvoso, os reservatórios das hidrelétricseguem em recuperação lenta, o que demanda maior contenção do consumo.
"A combinação de reservatórios baixos com a perspectiva de chuvas abaixo da média histórica sinaliza patamar desfavorável de produção de energia pelas hidrelétricas, pressionando os custos relacionados ao risco hidrológico (GSF)", informou a Aneel.
O sistema de bandeiras é utilizado para gerir o valor cobrado aos consumidores a partir das condições de geração de energia. Quando o quadro piora, a bandeira pode ser alterada em uma escala que vai de verde (sem taxa extra) para amarela (taxa extra de R$ 1,34 por 100 Kw/h) e, no pior cenário, para a vermelha (R$ 6,2 por 100 Kw/h).