Mega-Sena acumula e prêmio vai a R$ 100 milhões

Ninguém acertou os seis números da Mega-Sena sorteados nesta quarta-feira (13). Os números sorteados no concurso 2.261 foram: 07 - 23 - 26 - 27 - 29 - 51.

Na quina, 141 apostadores ganharam R$ 36.059,08. Os 10.502 ganhadores da quadra receberão o prêmio individual de R$ 691,61.

A estimativa de prêmio do próximo concurso é de R$ 100 milhões para quem acertar as seis dezenas da Mega-Sena. O concurso 2.261 será no sábado (16).

 

Fonte - Bahia Notícias



CNA apresenta propostas para Plano Agrícola e Pecuário 2020/2021

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) entregou nesta quarta-feira (13) à ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, as propostas da entidade para o Plano Agrícola e Pecuário (PAP) 2020/2021, construídas de forma conjunta com as federações de Agricultura e Pecuária nos estados, sindicatos rurais, produtores e associações setoriais.

O documento enumera os 10 pontos prioritários para a política agrícola para a próxima safra, que começa em 1º de julho. O foco das propostas está na redução da taxa de juros ao produtor rural e dos custos administrativos e tributários cobrados pelas instituições financeiras para operar o crédito rural e aumento das fontes de financiamento para o agronegócio, de acordo com a Agência Brasil.

A CNA também sugere a desburocratização e ampliação da transparência sobre as exigências feitas pelas instituições financeiras na concessão do crédito rural e o combate à prática de "venda casada". A entidade defende, além disso, ajustes nos programas de crédito rural, com aprimoramentos relacionados à gestão de riscos da atividade agropecuária e medidas de apoio à comercialização.

A Confederação da Agricultura propõe a redução da taxa de juros para produtores rurais. A CNA argumenta que, apesar da redução na taxa Selic, o setor agropecuário continua pagando juros elevados, aos quais somam-se ainda os custos administrativos e tributários cobrados pelas instituições financeiras.

Para os empreendedores familiares rurais, a CNA propõe a ampliação do valor de financiamento no âmbito do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) de R$ 250 mil para R$ 350 mil, redução da taxa de juros para 2,5% ao ano e estímulo às contratações do Pronaf Produtivo Orientado, que combina crédito rural com assistência técnica aos produtores.

A CNA também defende a garantia, dentro do Orçamento da União, de um volume de R$ 13,5 bilhões em 2021 para subvenção econômica em equalização de taxa de juros. Para a subvenção ao prêmio de seguro rural, a CNA propõe montante de R$ 1,6 bilhão. Pede ainda previsibilidade na execução do orçamento para o prêmio de seguro rural e a implementação de um sistema para concessão da subvenção diretamente ao produtor.

 

Fonte - AMDA

 


Com pandemia, 76% do setor industrial reduziu produção

Sondagem especial feita pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) aponta que 91% da indústria brasileira relata impactos negativos por causa da pandemia da covid-19, doença provocada pelo novo coronavírus. Três quartos (76%) das empresas industriais reduziram ou paralisaram a produção.

Três de cada quatro empresas, novamente 76% dos entrevistados, apontaram queda da demanda por seus produtos, metade desses (38%) observaram que a queda foi “intensa”. Os setores que descreveram a diminuição da demanda foram de vestuário (82%), calçados (79%), móveis (76%), impressão e reprodução (65%) e a indústria têxtil (60%).

Dentre os empresários, 45% reclamaram de inadimplência dos clientes e 44% informaram ter tido encomendas e pedidos cancelados.

Além de queda da demanda, 77% dos empresários identificaram que houve diminuição da oferta de matérias primas e de insumos para a produção - por causa da desorganização da estrutura logística - o sistema de transporte em especial -, o que dificultou acesso a insumos ou matérias primas necessários à produção.

Quase a totalidade dos empresários entrevistados (95%) afirmaram ter adotado medidas em relação aos empregados desde campanhas de prevenção, medidas de higiene e afastamento de empregados de grupos de risco ou que apresentaram sintomas.

Metade das empresas deram férias para parte dos empregados, 36% fez uso do banco de horas, 19% reduziram a jornada de trabalho, 16% iniciaram férias coletivas, 15% dispensaram os trabalhadores e 8% fizeram a suspensão temporária dos contratos de trabalho.

Com garantia do tesouro
Os dados da sondagem da CNI foram apurados junto a 1.740 empresários da indústria de transformação (fábricas), extrativa (como mineração e petróleo) e construção civil. A coleta ocorreu na primeira quinzena de abril.

Sete de cada dez empresas assinalam perda de faturamento. Entre os entrevistados, 59% descreveram dificuldades para cumprir pagamentos dos fornecedores e manter em dia salários, aluguel e impostos. Mais da metade (55%) apontaram que o acesso ao crédito para capital de giro ficou mais difícil.

De acordo com o gerente-executivo de economia da CNI, Renato da Fonseca, após medidas de aumento de liquidez do sistema bancário autorizadas pelo Banco Central “houve aumento de empréstimos” por parte dos bancos.

Segundo o economista, no entanto, a procura das empresas, especialmente das pequenas, foi maior que o crédito ofertado. Em situações de crise, como a atual, os bancos temem a insolvência dos tomadores de empréstimo. Para Fonseca, a solução para o aumento do crédito pode ser a criação de um fundo com garantia do Tesouro Nacional, como ocorre em outros países.

Reformas e retomada
Além de cuidar da saúde da população, do funcionamento das empresas e da manutenção dos empregos, Renato da Fonseca espera que o país se prepare para a saída da crise e não abandone a agenda de reformas.

“Se a gente conseguir focar na agenda de competitividade, o Congresso Nacional trabalhando nela e o governo também, reduzindo as brigas políticas, reverteremos o problema e daremos sinal para que o investidor volte”, defende o economista da CNI.

A confederação projeta queda do Produto Interno Bruto em 4,2%. Não descarta, em pior cenário, que a perda chegue a 7% - equivalente à recessão econômica entre 2014 e 2016.

Renato da Fonseca assinala que nem as piores projeções e os problemas apontados pelos empresários na sondagem não corroboram medidas de relaxamento do distanciamento social e outros cuidados sanitários.

“Não adianta acabar com isolamento de imediato se isso gera uma contaminação altíssima. Aí não vai ter o trabalhador para trabalhar de qualquer jeito. Na verdade, começará a haver um excesso de mortes e as pessoas vão se isolar automaticamente.”

Segundo Fonseca, o Serviço Social da Indústria (Sesi) começa a trabalhar em protocolo de cuidados para a retomada das atividades do setor no futuro. “O retorno tem que ser muito planejado”, alerta.

Renato da Fonseca acredita que as empresas deverão ter que tomar medidas de controle, como testagem regular dos trabalhadores para detecção da covid-19. Além disso, será preciso redesenhar o projeto industrial, reduzir a velocidade de produção e, quando possível, afastar os trabalhadores nas linhas de montagem.

 

Fonte - Agência Brasil



Ainda sem data, segunda parcela do auxílio de R$ 600 já tem 15 dias de atraso

O auxílio emergencial de R$ 600, criado pelo governo federal como forma de minimizar os efeitos da pandemia do novo coronavírus (Sars-Cov-2) na economia, passou e passa por problemas. Além das falhas na liberação e no cadastramento de beneficiários, a lentidão no sistema e as filas e aglomerações nas agências também incomodaram muita gente. O maior, porém, ainda não tem solução: o atraso no pagamento da segunda parcela, que chega a 15 dias nesta quarta-feira (13).

Não bastasse o adiamento do calendário da segunda e da terceira parcelas do auxílio , o governo sequer terminou de pagar a primeira a todos que têm direito. Até o momento, 50,5 milhões de brasileiros já receberam, com R$ 35,5 bilhões gastos.

Em coletiva nesta segunda (11), a Caixa Econômica Federal, responsável pelos pagamentos, afirmou que a confirmação do calendário das próximas parcelas depende do governo. A segunda parcela deveria ter começado a ser paga em 27 de abril, 15 dias atrás. Até esta quarta, nem sinal dos recursos caírem.

Os únicos que não serão afetados pelo adiamento do calendário na segunda parcela são os beneficiários do Bolsa Família , que receberão entre os dias 18 e 29 de maio. Os benefícios começam a ser pagos pelos que têm Número de Identificação Social (NIS) terminado em 1, e assim sucessivamente, até o NIS final 0.

Segundo o governo, o atraso se deve, entre outras coisas, à necessidade de suplementar o Orçamento para realizar os pagamentos bilionários. Na prática, há mais pessoas a receber do que o previsto, o que elevou os custos.

Independentemente do atraso, o governo garante que todos que têm direito ao benefício receberão as três parcelas, como prometido.

 

Fonte - iG

 


Facebook anuncia exclusão de mais de 50 milhões de postagens falsas

A rede social Facebook publicou nesta terça-feira (12) relatório sobre as ações tomadas para prevenir a disseminação de conteúdos falsos ou duvidosos na internet. Segundo o Relatório de Aplicação dos Padrões da Comunidade, cerca de 50 milhões de postagens relacionadas ao novo coronavírus, publicadas tanto no Facebook quanto no Instagram, foram consideradas incompatíveis com as políticas da empresa.

“Passamos os últimos anos construindo ferramentas, equipes e tecnologias para ajudar a proteger as eleições de interferências, evitar a disseminação de desinformação em nossos aplicativos e manter as pessoas protegidas de conteúdos nocivos”, afirma o vice-presidente de Integridade do Facebook, Guy Rosen, em comunicado.

O relatório do Facebook diz também que a maior parte do trabalho de filtragem de conteúdo é feito por algoritmos de inteligência artificial que identificam conteúdos abusivos com expressões de discurso de ódio, nudez adulta e atividades sexuais, violência e conteúdo explícito, bullying e assédio, de acordo com a Agência Brasil.

Apenas uma parte da filtragem é reavaliada por revisores de conteúdo, enquanto a maior parte é excluída automaticamente. “Trabalhamos com mais de 60 organizações de verificação de fatos que revisam e classificam conteúdos em mais de 50 idiomas ao redor do mundo. No mês passado, continuamos a expandir nosso programa para adicionar mais parceiros e idiomas. Desde o início de março, adicionamos oito novos parceiros e expandimos nossa cobertura para mais de uma dúzia de novos países”, revela Rosen.

As postagens removidas que continham desinformação sobre o novo coronavírus foram avaliadas com base em 7.500 artigos científicos usados para comparar fatos entre os textos publicados nas redes sociais e o entendimento médico-científico atual sobre a doença.

O levantamento também marca a primeira vez que o Facebook e Instagram divulgam informações sobre apelações feitas por usuários de ambas as plataformas. De janeiro a março de 2020, das 2,3 milhões de postagens excluídas por violação dos termos de uso, 613 mil foram restauradas após análise de avaliadores.

O relatório destaca ainda o esforço da empresa para conter o avanço e a disseminação de notícias falsas.

O Facebook anunciou parceria com a International Fact-Checking Network (IFCN) em um contrato de US$ 1 milhão que inclui os serviços de 13 organizações de verificação de fatos em todo o mundo.

 

Fonte - Agência Brasil


Fluxo e refluxo, por Otto Alencar

O que vai acontecer com o mundo quando vencermos a guerra contra o coronavírus? Que países conseguirão superar os traumas da maior tragédia sanitária dos últimos 100 anos e retomar o caminho do desenvolvimento?

No momento em que a pandemia ainda não dá sinais concretos de arrefecer o seu ímpeto destruidor, pode parecer precipitado pensar no amanhã. Mas acredite, não é. Até porque o amanhã vai depender das atitudes que tomarmos hoje. E o primeiro passo é entender que o Covid-19 deve ser visto como efeito colateral da globalização e que, portanto, emergir dessa crise requer uma postura convergente e não isolacionista.

Não há como negar que a globalização já vinha sendo testada. A guerra comercial entre China e Estados Unidos e mais recentemente, o conflito Rússia-Arábia Saudita, por conta da liderança do comércio internacional do petróleo, já colocava em xeque a lógica da aldeia global, na qual, a mão invisível do mercado reina absoluta sobre as necessidades e aspirações sociais e as vontades e arrogâncias dos estados e seus governantes.

Da mesma forma não se esperava que eventos temporários viessem a prejudicar seriamente um modelo de negócios bem-sucedido, onde a característica principal se baseava em dividir a produção em vários processos que se deslocavam pelo mundo, conforme a incidência dos custos.

O coronavírus aflorou a preocupação com a grande dependência mundial dos fornecedores instalados na China. A província de Hubei, ponto zero da pandemia, é a principal fabricante de componentes de alta tecnologia, um polo que reúne empresas estrangeiras e nacionais de setores eletrônicos, automotivos e farmacêuticos. Ao menos 300 das 500 maiores empresas do mundo estão instaladas na região.

A pandemia expôs a dependência das cadeias globais de suprimentos em relação a   China, levando governos de outros países a pensar sobre como diversificar suas cadeias de suprimentos. O Japão já anunciou um pacote para repatriar empresas e diversificar as suas bases de produção fora da China. Trump há tempos questiona a dependência excessiva da produção chinesa e na Europa, Ângela Merkel se movimenta para recuperar, pelo menos conceitualmente, a unidade política e comercial da União Europeia.

E no Brasil? Aqui, vamos seguindo na contramão. A inserção na globalização pós-pandemia, requer unidade nacional em torno de um projeto comum, amplo relacionamento internacional, estabilidade política e, sobretudo, confiança interna e externa. O que vemos hoje, em nosso País, é exatamente o oposto, com um governo que aos poucos, sangra em crises internas e estimula uma segmentação social que parece nos conduzir a passos largos para uma inconsequente radicalização.

A pandemia que obriga o mundo a buscar um novo modelo de globalização, parece nos conduzir para os braços da velha e indesejável política, o já tradicional toma lá dá cá, num barco desgovernado, no qual o capitão, ao invés de um porto seguro, parece navegar em busca do naufrágio.

Nesse contexto, o Japão foi o primeiro país a delinear um plano de afastamento da China, para que suas empresas locais pudessem ser repatriadas. Com um pacote econômico emergencial, alocou 240 bilhões de ienes (US$2,2 bilhões) com o objetivo de auxiliar as suas empresas a se transferirem de volta ou diversificar bases de produção fora da China.

Nos Estados Unidos, há igualmente discussões sobre a dependência excessiva em relação à China, a ponto de o Governo ter manifestado a intenção de ajudar, arcando com os custos de relocação das empresas americanas que retornarem da China.

Certamente o Covid-19 não decretará o fim da globalização, mas irá alterá-la profundamente. E para terem sucesso as empresas terão que se adaptar a esta realidade.

*Otto Alencar é senador da República, líder do PSD no Senado, médico e ex-secretário de Saúde da Bahia

 

Fonte - Bahia Notícias


Caixa aguarda calendário do governo para pagar nova parcela dos R$ 600

A Caixa Econômica Federal está preparada para começar o pagamento da segunda parcela do auxílio emergencial de R$ 600 (R$ 1,2 mil para mães solteiras), mas depende da definição do novo calendário de pagamentos pelo governo federal, disse hoje (11) o vice-presidente da Rede de Varejo do banco, Paulo Henrique Angelo. Segundo ele, a instituição financeira, no momento, está concentrada em concluir o pagamento da primeira parcela.

“A Caixa está preparada para iniciar o pagamento da segunda parcela, a partir de todas as medidas que já adotamos, e esperamos que tenha um pagamento mais tranquilo. Estamos agora focados em finalizar o pagamento da primeira parcela e, assim que o governo divulgar o calendário da segunda parcela, a Caixa prestará as informações sobre a operação de pagamento”, declarou Angelo em entrevista coletiva.

Marcado inicialmente para começar em 27 de abril, o pagamento da segunda parcela foi adiado para maio porque o número de inscritos para o benefício foi maior que o previsto, o que levou o governo a pedir um crédito suplementar no Orçamento.

O Ministério da Cidadania informou que o novo calendário pode ser divulgado amanhã (12). No mês passado, o presidente da Caixa, Pedro Guimarães, chegou a informar que o pagamento da segunda parcela seria antecipado para 23 de abril, dias antes de o Ministério da Cidadania anunciar o adiamento.

Cobertura
O vice-presidente da Rede de Varejo da Caixa anunciou que pouco mais de 94% dos beneficiários do auxílio emergencial movimentaram os recursos da primeira parcela. Ele disse que, nos últimos dias, o banco não recebeu nenhum novo arquivo da Dataprev – estatal de tecnologia que analisa a liberação do auxílio emergencial – para incluir mais pessoas na primeira parcela.

Em relação às filas nas agências, Angelo disse que o movimento hoje voltou a ser baixo em relação ao início da semana passada. Até as 14h desta segunda, 339,7 mil pessoas sacaram a primeira parcela em dinheiro, contra 1,13 milhão na segunda-feira da semana passada. Ele orientou os beneficiários a gerarem o código de saque na nova atualização do aplicativo Caixa Emergencial e retirar o auxílio em caixas eletrônicos.

 

Fonte - Agência Brasil


SPC diz que Brasil chegou a 63 milhões de pessoas com nome negativado

Segundo a pesquisa do SPC Brasil, o total de consumidores negativados chegou a 63 milhões, o equivalente a 40% da população adulta do país. Uma evolução de quase 3% em relação ao mesmo período de 2019.

O forte crescimento dos débitos de água elLuz ocorre em meio ao cenário de pandemia do novo coronavírus. Deve-se principalmente, às medidas aprovadas pela Aneel, em março último, que proíbe o corte de energia em residências.

Segundo a própria Aneel, a medida é temporária e visa proteger os consumidores e funcionários. Vale destacar que estão permitidas outras medidas de cobranças de débitos vencidos, previstas na legislação, inclusive a negativação do inadimplentes em cadastros de crédito.

O ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, afirmou no dia 05 de maio, que a inadimplência dos consumidores de energia elétrica chegou a 12% nos últimos 30 dias, como reflexo da pandemia do coronavírus. Historicamente, a taxa gira em torno dos 3%.

“Já temos contabilizada, para as distribuidoras, uma perda de R$ 1,8 bilhão. Os números realmente são impressionantes”, declarou segundo o SPC Brasil.

Já o superintendente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Salvador  (CDL) Sílvio Correa, afirma a necessidade de manutenção das ações de negativação dos devedores como forma sinalizar para o consumidor a importância de manter-se com o nome limpo, priorizando o pagamento das contas e garantir a sobrevivência do próprio negócio.

Para o varejo, Correa sinaliza para o forte recuo da atividade do comércio apontada pelo Indicador Serasa Experian de Atividade do Comércio. O varejo nacional exibiu forte recuo em março/20 devido os efeitos deletérios causados pelas políticas de restrição da mobilidade urbana e distanciamento social.

Feitos os ajustes sazonais, a queda de março/20 foi de 16,7% ante o mês anterior (recorde negativo de toda a série histórica iniciada em jan/00), sendo que ante março/19 o tombo foi de 13,7%.

 

Fonte - Megaconsultas


Acumulada, Mega-Sena pode pagar prêmio de R$ 90 milhões na quarta-feira

O concurso 2.260 da Mega-Sena pode pagar um prêmio de R$ 90 milhões para quem acertar as seis dezenas. O sorteio acontece na quarta-feira (13), às 20h (de Brasília), no Espaço Loteria Caixa, em São Paulo (SP).

As apostas podem ser feitas até as 19h (de Brasília) de quarta-feira (13), em qualquer lotérica do país ou pela internet. A aposta mínima custa R$ 4,50.

De acordo com a Caixa, a probabilidade de o apostador ganhar o prêmio em um jogo simples, de seis dezenas, é de 1 em 50.063.080.

Os números sorteados no último concurso foram 12- 14 - 34 - 35 - 37 - 47.

 

Fonte - BN


Lista com cidades sem transporte chega a 30% de municípios baianos

A relação com cidades que ficam sem transporte intermunicipal na Bahia já chega a 30% do número de municípios do estado, que é 417. Nesta terça-feira (12), entraram mais 19 cidades, em um total de 128. De acordo com o decreto, a suspensão do serviço nas 19 localidades passa a valer a partir desta quarta-feira (13). Para sair, o limite vai até a primeira hora do dia. Para chegar, a tolerância é até as 9h.

A medida vigora nas cidades de Amargosa, no Vale do Jiquiriçá; Anguera, Irará e Santo Estêvão, no Portal do Sertão; Barrocas, na região sisaleira; Cachoeira e São Félix, no Recôncavo; Capela do Alto Alegre, na Bacia do Jacuípe; Capim Grosso e Umburanas, no Piemonte da Diamantina; Dom Basílio, Manoel Vitorino e Potiraguá; no sudoeste; Irecê e Presidente Dutra ,no centro norte; Itapicuru, no agreste; Itapitanga, no sul; Luís Eduardo Magalhães, no extremo oeste e Presidente Tancredo Neves, no Baixo Sul.

Entende-se por transporte intermunicipal os veículos coletivo público e privado, rodoviário e hidroviário, nas modalidades regular, fretamento, complementar, alternativo e de vans.

RETORNO DE SERVIÇO

No mesmo decreto, o governador Rui Costa liberou o retorno do transporte intermunicipal nas cidades de Amélia Rodrigues, no Portal do Sertão; Barro Preto e e São José da Vitória, no sul, Catu, no agreste; Ibotirama, no oeste; Itamari, no sudoeste; Mucugê, na Chapada e Santaluz, na região sisaleira.

A justificativa é que nessas cidades não ocorreu nenhum caso confirmado de novo coronavírus no tempo mínimo de 14 dias.

 

Fonte - Bahia Notícias



Governo ainda não tem calendário para pagar 2ª parcela do auxílio de R$ 600

O governo federal ainda não divulgou o calendário de pagamento da segunda parcela do auxílio emergencial de R$ 600, que estava previsto inicialmente para ocorrer entre os dias 27 e 30 de abril.

O período pode ser maior ao se considerar que o governo chegou a antecipar o pagamento da segunda parcela para o dia 23 do mesmo mês. Na véspera, contudo, o Ministério da Cidadania voltou atrás e cancelou o adiantamento.

Os motivos, segundo nota divulgada no dia 22 pela própria pasta, são: falta de dinheiro, além da necessidade de um crédito suplementar para poder atender a todos os beneficiários.

O governo federal ainda não terminou de pagar nem mesmo a primeira parcela do auxílio emergencial de R$ 600, mais de um mês após o início do pagamento.

Segundo levantamento do Metrópoles com base em números divulgados pela Dataprev, ao menos 14 milhões de brasileiros aguardam análise dos dados para receber o benefício emergencial.

Balanço
Por outro lado, a Caixa Econômica Federal informou que pagou o auxílio de R$ 600 para mais de 50 milhões de cidadãos, entre beneficiários do Bolsa Família, inscritos no Cadastro Único (CadÚnico) e trabalhadores informais.

Ao todo, foram creditados R$ 35,5 bilhões. O valor da parcela pode ser de R$ 600 e R$ 1,2 mil. No máximo, cada família pode receber R$ 1,8 mil por vez (contando com três beneficiários).

Outro lado
A Caixa Econômica e o Ministério da Cidadania foram procurados, mas não responderam sobre a nova data. O espaço continua aberto.

 

Fonte - Metrópole


Embasa prossegue com serviço de melhoria na estação de tratamento de Livramento de Nossa Senhora

A Empresa Baiana de Águas e Saneamento (Embasa) informa que, para prosseguir com o serviço de melhoria na estação de tratamento, nesta segunda (11) e terça (12), terá que reduzir a oferta de água em 30% no sistema de abastecimento de Livramento de Nossa Senhora da cidade.

A manutenção programada será concluída no final da tarde de terça (12), quando o abastecimento nas áreas afetadas será restabelecido gradativamente ao longo das 48 horas seguintes.

Enquanto realiza a intervenção, a Embasa recomenda o uso criterioso da água armazenada nos reservatórios domiciliares, evitando usos que possam ser adiados e todas as formas de desperdício.