Inflação atinge brutalmente o bolso dos brasileiros

A inflação voltou a ser um dos temas mais comentados nas mídias e redes sociais. Após o advento da covid-19 no Brasil, a partir do mês de março de 2020 os preços dos produtos dispararam assustadoramente. Primeiro veio a alta dos alimentos, com destaque para a proteína animal, sobretudo carnes, com aumento de quase 50%, além de itens básicos que fazem parte da mesa do consumidor como feijão, arroz, oléo de soja, leite, dentre outros. Em 2021, o que chama atenção é o aumento abusivo no preço dos combustíveis, que refletem em preços de incontáveis produtos e serviços. A gasolina já subiu mais de 50% e o gás de cozinha já custa R$ 100,00 (cem reais), ou mais, a depender do município, atingindo a renda de milhares de famílias. Quase tudo aumentou, de remédios a veículos, construção civil (cimento, ferro e madeira), o brasileiro tem enfrentado enormes dificuldades para fechar as contas no azul. A partir deste mês de setembro, os consumidores pagarão muito mais caro pela energia elétrica, em alguns casos o aumento da tarifa pode ultrapassar facilmente 50%. Desta forma, pagar as contas recebendo apenas 1 salário mínimo, que no ano passado era R$1045,00 e agora é R$ 1100,00, tornou-se tarefa difícil, o que contribuirá para o aumento da pobreza e miséria no Brasil. 

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